Testemunhando através das orações.
O rei Dario, da Medo-Pérsia, foi tão precipitado ao assinar
um decreto, que não conseguiu comer nem beber naquela
noite.
O decreto, o qual não permitia que ninguém em seu reino
orasse a qualquer deus ou homem durante 30 dias, lhe
pareceu tão atrativo! Havendo acabado de obter sua vitória
sobre o poderoso reino de Babilônia, ele sentiu a glória
fluindo por suas veias. Sua capacidade de pensar e
raciocinar foi eclipsada pelo orgulho.
Ele desejava ser tratado como um deus – um deus que
merecia ser adorado por 30 dias!
Mas ele se havia esquecido de seu melhor confidente
Daniel – que orava ao verdadeiro Deus três vezes ao dia.
Ele era tão leal ao seu Deus como ao seu dever. Era o
melhor administrador entre os três que dirigiam as 120
satrápias.
Daniel tinha qualidades excepcionais que faziam dele
candidato a ser colocado sobre todo o reino, só ficando
abaixo do rei. Mas Dario ficou sem escolha, exceto
atirá-lo na cova dos leões.
À primeira luz da aurora, o rei e seus guardas reais
testemunharam o verdadeiro poder de Deus sobre os
ferozes leões. Daniel estava seguro, sem sequer um
arranhão.
Foi então que um rei pagão chamou Daniel de “servo
do Deus vivo”. Uma vez mais, Daniel foi uma boa
testemunha e um agente de esperança para um reino
mundano.

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