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domingo, 22 de julho de 2012


Testemunhando através das orações. 


O rei Dario, da Medo-Pérsia, foi tão precipitado ao assinar 
um decreto, que não conseguiu comer nem beber naquela 
noite. 

O decreto, o qual não permitia que ninguém em seu reino 
orasse a qualquer deus ou homem durante 30 dias, lhe 
pareceu tão atrativo! Havendo acabado de obter sua vitória 
sobre o poderoso reino de Babilônia, ele sentiu a glória 
fluindo por suas veias. Sua capacidade de pensar e 
raciocinar foi eclipsada pelo orgulho. 

Ele desejava ser tratado como um deus – um deus que 
merecia ser adorado por 30 dias!

Mas ele se havia esquecido de seu melhor confidente
Daniel – que orava ao verdadeiro Deus três vezes ao dia. 
Ele era tão leal ao seu Deus como ao seu dever. Era o 
melhor administrador entre os três que dirigiam as 120 
satrápias. 

Daniel tinha qualidades excepcionais que faziam dele 
candidato a ser colocado sobre todo o reino, só ficando 
abaixo do rei. Mas Dario ficou sem escolha, exceto 
atirá-lo na cova dos leões.

À primeira luz da aurora, o rei e seus guardas reais 
testemunharam o verdadeiro poder de Deus sobre os 
ferozes leões. Daniel estava seguro, sem sequer um 
arranhão. 

Foi então que um rei pagão chamou Daniel de “servo 
do Deus vivo”. Uma vez mais, Daniel foi uma boa 
testemunha e um agente de esperança para um reino 
mundano.

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